
| Uma iniciativa do Escritório do Livro |
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Organizada por Dorothée de Bruchard, com a colaboração de Aníbal Bragança. Atualizada em julho de 2008. 381/ entradas. |
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HISTÓRIA DO LIVRO |
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| RESENHAS |
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APOIO: CASA DE RUI BARBOSA - HORTA - SUMMUS - ZAHAR - PLANETA - EDUSP MERCADO DE LETRAS - METALIVROS - AUTÊNTICA - ÁTICA - EDUSC ED.UFSC - HUCITEC - RECORD - ROCCO - ARX - SEXTANTE - SENAC-SP ED. UFRGS - EDUNISC - OLHO D'ÁGUA - CIA. DAS LETRAS - CARRENHO ROSARI - MAUAD - ATELIÊ - ED.UNESP - ITAÚ CULTURAL - COM-ARTE Portugal : CAMINHO - ALMEDINA - ESTAMPA - COLIBRI - VERBO Espanha : INDEX BOOK - França : VIVIANE HAMY |
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Arns, D. Paulo Evaristo. A Técnica do Livro segundo S. Jerônimo. Tradução de Cleone Augusto Rodrigues. RJ: Imago, 1993. Reedição em 2007, SP: Cosac & Naify. |
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Belo, André. História & Livro e Leitura. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. O livro é uma das fontes mais ricas de que o historiador dispõe. Nele encontramos idéias do seu autor, as marcas do lugar social de onde escreveu, os indícios da produção e da venda da obra, do trabalho de ilustração, de grafismo, a materialidade e espiritualidade do livro. |
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Bernd, Zila (org) Arnaldo Campos, Luiz Antônio de Assis Brasil, Gérard Gonfroy, Eunice Jacques, Moacyr Scliar e Armindo Trevisan. A Magia do papel. Porto Alegre: Marprom, 1994. Port/inglês.
Patrocinado pela Riocell, o livro reúne artigos sobre o papel. Destaque para a segunda parte, "Mágicas Travessias", em que Armindo Trevisan, Arnaldo Campos e Gérard Gonfroy abordam a história do papel e sua importância para a história da cultura letrada. |
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Bowman, Alan K. & Woolf, Greg (orgs.). Cultura escrita e poder no Mundo Antigo. Tradução de Valter Lellis Siqueira. São Paulo: Ática, 1998. Desde seus inícios, a escrita esteve a serviço do poder. Porém, a forma de exercê-lo pode variar bastante de império para império e de sociedade para sociedade. Os antropólogos, sociólogos ou historiadores que colaboram com essa obra exploram exatamente a relação entre poder e cultura escrita: o poder sobre os textos, mas também o poder exercido por meio de seu uso, em distantes e distintas sociedades. |
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Burke, Peter. Uma História social do conhecimento - de Gutenberg a Diderot Tradução de Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.
Adotando uma abordagem socio-cultural e baseando-se em textos escritos entre os séculos XVI e XVIII, Burke examina o caminho percorrido pelo conhecimento humano desde a invenção da prensa tipográfica por Gutenberg até a publicação da Enciclopédia francesa de Diderot e d'Alembert, e as transformações na organização do saber na Europa no início da era moderna. |
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Campos, Arnaldo. Breve História do Livro. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1994. |
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Canaveira, Rui. História das Artes Gráficas Lisboa: 3 volumes, ilustrados.
Vol. 1 (1994) e vol. 2 (1996): |
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Canfora, Luciano. Livro e Liberdade. Tradução de Antonio de Padua Danesi. SP: Ateliê Editorial / RJ: Casa da Palavra, 2003.
Antiga e múltipla é a relação entre livro e liberdade: da biblioteca que enlouqueceu Dom Quixote aos bibliômanos de carne e osso; da destruição da Biblioteca de Alexandria às fogueiras de livros nazistas; da perseguição a autores pela Inquisição à formação das modernas bibliotecas. Na História e na Literatura, exemplos do permanente poder do livro. |
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Curtius, Ernst Robert. Literatura Européia e Idade Média Latina. Trad. de Paulo Rónai e Teodoro Cabral. São Paulo: Hucitec / Edusp, 1996.
Obra do crítico e professor das universidades de Marburgo, Heildelberg e Bonn, é um clássico dos estudos literários. Suas análises sobre a literatura medieval são exemplos de uma erudição excepcional, além de terem difundido a idéia de uma continuidade entre as heranças culturais greco-romanas e renascentistas. |
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Darnton, Robert. O Beijo de Lamourette - mídia, cultura e revolução. Tradução de Denise Bottmann. SP: Companhia das Letras, 1990. É um livro que nos fala da história, dos meios de comunicação, e da história dos meios de comunicação. Destaque para a parte III: "A Palavra Impressa", sobre "o que é história dos livros" ou "primeiros passos para uma história da leitura". |
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Darnton, Robert. Edição e Sedição: o universo da literatura clandestina no século XVIII. Tradução de Myriam Campello. SP: Companhia das Letras, 1992. |
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Darnton, Robert. O Iluminismo como negócio - história da publicação da Enciclopédia, 1775-1800. Tradução de Laura Teixeira Motta e Maria Lúcia Machado (textos franceses). SP: Companhia das Letras, 1996. Edições piratas, alterações de texto efetuadas por editores ou revisores, contrafações, traições, contrabando, propaganda mentirosa, utilização de privilégios, são alguns dos ingredientes do longo processo de edição da Enciclopédia de Diderot e d'Alembert, que se revela, para além de um projeto coletivo de intelectuais corajosos, como um retrato vivo do mundo dos negócios no início dos tempos modernos. |
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Darnton, Robert e Roche, Daniel (orgs). Revolução Impressa - a imprensa na França (1775-1800) Trad. de Marcos Maffei Jordan São Paulo: Edusp, 1996. O papel que a tipografia desempenhou na Revolução Francesa é a questão central deste livro que focaliza a liberação da imprensa no período revolucionário e suas conseqüências para o mercado editorial e o público leitor da época. A coletânea reúne colaborações de diversos estudiosos do tema, que apontam a prensa tipográfica como um dos mais importantes instrumentos para o surgimento de uma nova cultura política. Os ensaios, acompanhados de reproduções de capas, instrumentos de impressão, panfletos, descrevem a indústria editorial do Antigo Regime, examinam os efeitos da revolução no modo como editores, impressores e livreiros passaram a conduzir seus negócios, e analisam a relação dos produtos impressos com o movimento revolucionário. |
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Desbordes, Françoise. Concepções sobre a escrita na Roma Antiga. Tradução de Fulvia Moretto e Guacira M. Machado. São Paulo: Ática, 1995. Recupera as vozes de autores e gramáticos como Suetônio, Varrão e Plínio, entre outros — O que pensavam eles a respeito da escrita? Mostrando a teoria e evolução da língua latina, e através de tratados de ortografia que estabelecem as regras para a passagem do oral ao escrito e de preceitos para a criação e leitura, a autora chega ao conceito de "voz escrevível", aquela que pode ser escrita. |
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Earp, Fábio Sá; Kornis, George. A Economia da cadeia produtiva do livro. Rio de Janeiro: BNDES, 2005.
O livro é resultado parcial da pesquisa O desenvolvimento da cadeia produtiva do livro no Brasil em perspectiva internacional comparada: propostas de ações públicas e privadas na construção de uma agenda de transformação setorial, encomendada pelo BNDES ao Grupo de Pesquisa em Economia do Entretenimento do Instituto de Economia da UFRJ. |
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Eisenstein, Elizabeth L. A Revolução da cultura impressa - os primórdios da Europa Moderna. Tradução de Osvaldo Biato. São Paulo: Ática, 1998. Ilustrada, p & b. Panorama das grandes mudanças nas comunicações no século XV, onde a autora explora a passagem do texto manuscrito para o impresso no contexto dos três principais movimentos que marcaram a Europa Moderna: o Renascimento, a Reforma e o surgimento da ciência moderna, revelando os múltiplos efeitos da cultura impressa na vida intelectual do Ocidente. |
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Escarpit, Robert. Sociologie de la Littérature. Paris: PUF, Col. Que Sais-je?, 1973. |
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Febvre, Lucien e Martin, Henri-Jean. O Aparecimento do Livro. Trad: Fulvia Moretto e Guacira M. Machado. SP: Editora da UNESP / Hucitec, 1992. |
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Furtado, José Afonso O Papel e o pixel Do impresso ao digital: continuidades e transformações. Florianópolis: Escritório do Livro, 2006.
O estudioso português traça um extenso panorama das profundas transformações trazidas ao mundo do livro e da comunicação, quer no nível da produção, quer da sociologia da literatura e da leitura, apresentando ainda vastíssima e atualizada bibliografia internacional sobre o tema. |
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Guedes, Fernando Os Livreiros em Portugal e as suas associações desde o século XV até nossos dias. Lisboa: Editorial Verbo, 1993. Ilustrado. Estudo de conjunto da profissão dos "ministros da sabedoria", abrangendo suas várias etapas: livreiros e mercadores de livros; editores e impressores; privilégios reais; os livreiros na bandeira do Arcanjo S. Miguel; os livreiros do rei e da Universidade; a Confraria de Santa Catarina dos Livreiros; os regimentos do ofício de livreiro; declínio e morte das corporações; o liberalismo e o século XX. |
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Guedes, Fernando O Livro e a leitura em Portugal - subsídios para a sua História, séculos XVIII-XIX. Lisboa: Editorial Verbo, 1987. Ilustrado. Bonita edição realizada no ano do quinto centenário da imprensa em Portugal, onde o autor parte do estudo de três livrarias centenárias portuguesas (destaque para a Bertrand), e envereda pela pesquisa do movimento editorial, analisa publicações e leituras, detém-se no fenômeno dos "gabinetes de leitura" e observa o papel social do escritor. |
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Labarre, Albert. Histoire du Livre. Paris: PUF, Col. Que sais-je? 3.ed, 1979. |
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Martins, Wilson. A Palavra Escrita - história do Livro, da imprensa e da biblioteca. SP: Ática, 2a ed., 1996. |
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McMurtrie, Douglas C. O Livro. Tradução de Maria Luísa Saavedra Machado. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 3a ed., 1997.
Excelente história do livro com ênfase nas artes envolvidas em sua feitura. |
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Oliveira, José Teixeira de. A Fascinante História do Livro. vol. I: RJ: Cátedra, 1984. vols. II (1985), III (1987) e IV (1989): RJ: Kosmos. |
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Pacheco, José. A Divina Arte Negra e o Livro Português - séculos XV e XVI. Lisboa: Vega, s/data. |
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Portella, Eduardo (org). Reflexões sobre os Caminhos do Livro. Trad. Guilherme João de Freitas. São Paulo: Unesco / Ed. Moderna, 2003.
Ensaios de pensadores do mundo inteiro acerca dos novos rumos do livro. Diz Eduardo Portella na introdução: "A história do livro não pode ser, de modo algum, a crônica de uma morte anunciada. Deixemos de lado, portanto, a ilusão fundamentalista, a crença na relíquia tombada, bem como a antevisão apocalíptica. |
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Verger, Jacques. Homens e Saber na Idade Média. Tradução de Carlota Boto. Bauru/SP: Edusc, 1999.
Quando a sociedade medieval se torna mais complexa, no fim da Idade Média, são os detentores do saber que emergem como os melhores fautores do Estado Moderno. Lúcido ensaio sobre os sistemas de educação da Europa Medieval, com destaque para o capítulo III: "Os Livros", que descreve o conteúdo das bibliotecas e a evolução do manuscrito ao impresso. |
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Villaça, Nízia. Impresso ou eletrônico? - um trajeto de leitura. RJ: Mauad, 2002. "Este livro pretende refletir sobre alguns aspectos da passagem da cultura impressa à eletrônica e algumas de suas implicações filosóficas, políticas, sociológicas, sublinhando a importância do lugar da arte literária na antecipação do imaginário da Web e a importância das negociações que estas passagens exigem do corpo diante dos novos desafios aos processos de subjetivação." (a autora, na Introdução) |
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Zumthor, Paul. A Letra e a voz. Tradução de Amália Pinheiro e Jerusa Pires Ferreira. SP: Companhia das Letras, 1993.
Numa época letrada, dominada pela leitura silenciosa, esquecemos que na origem de tudo o que se escreve está a voz. O autor explora aqui a complexidade da relação entre letra e voz em todo o Ocidente medieval, estendendo suas observações a algumas práticas poéticas do Extremo Oriente, África e Nordeste brasileiro. |
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Abreu, Alzira Alves de. A Modernização da Imprensa (1970-2000). Rio de Janeiro: Zahar, 2002. Coleção Descobrindo o Brasil. Em meio ao processo de transição política que conduzia à democracia, a imprensa brasileira enfrentava grandes transformações tecnológicas, empresariais e de formação do pessoal, a diversificação das publicações e dos leitores. Esse livro acompanha o processo com clareza e objetividade até a nova etapa inaugurada com a internet. |
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Abreu, Márcia. Os Caminhos dos livros. São Paulo: Fapesp; Campinas: ALB / Mercado de Letras, 2003. Rio de Janeiro, período colonial. A vida não era fácil para quem queria ler um livro. A Coroa Portuguesa impediu a impressão no Brasil até que a Família Real se transferisse para cá no período das invasões napoleônicas. Antes e depois da mudança, o contato com os livros era fortemente controlado por organismos de censura, mas as obras chegavam às mãos daqueles que as buscavam. Os caminhos dos livros conta uma parte dessa história, acompanhando a atuação da censura em Portugal e no Brasil, apresentando os livros pelos quais havia maior interesse, buscando pistas sobre os modos de ler e sobre as pessoas que habitavam o mundo dos livros. |
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Abreu, Márcia. Histórias de Cordéis e Folhetos. Campinas: Mercado de Letras / ALB, 1999. |
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Andrade, Olympio de Souza. O Livro Brasileiro desde 1920. Rio de Janeiro: Cátedra / Brasília: INL, 1978. 2a ed. rev. |
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Bragança, Aníbal. Livraria Ideal - do cordel à bibliofilia. Niterói: Pasárgada / EdUFF, 1999.
É uma história de livros, livrarias, livreiros e leitores no Brasil. O livreiro italiano Silvestre Mônaco e sua livraria são símbolos de uma era, que começou com a expansão do mercado editorial brasileiro, até os anos 60, de um sistema de ensino então adotado, de formação intelectual. Não lamenta, mas constata e analisa a perda da hegemonia do livro, nas duas últimas décadas. É uma história compacta, abrangente, da formação do Brasil neste século. (Mauro Dias, in O Estado de São Paulo). |
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Bragança, Aníbal & Santos, Maria Lizete dos (orgs). A Profissão do Poeta & Carta aos Livreiros do Brasil. Rio de Janeiro: Imprensa Oficial, 2002.
Volume em homenagem a Geir Campos, reúne 13 pequenos ensaios e depoimentos de vários autores, além de poemas e outros textos inéditos do próprio Geir Campos. |
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Camargo, Ana Maria de Almeida & Moraes, Rubens Borba de. Bibliografia da Impressão Régia do Rio de Janeiro. São Paulo: Edusp / Kosmos, 1993. 2 vols.
A obra identifica as publicações dos primeiros anos do funcionamento da Impressão Régia, de 1808 a 1822. Organizados cronologicamente, os títulos são acompanhados de estudo de Rubens Borba de Moraes sobre a história da Impressão Régia e sua produção. |
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Camargo, Mário de (org). Gráfica - Arte e indústria no Brasil - 180 anos de história. Bauru/SP: Edusc/ São Paulo: Bandeirantes, 2003.
Bela edição, lindamente ilustrada, que narra os 180 anos da história gráfica brasileira, apresentando o universo de nossa cultura gráfica, sua passagem de "arte" para "indústria", incluindo vários depoimentos e experiências. A obra fala de cartazes publicitários e de cinema, de revistas e de livros, com fartas reproduções de capas de diversos períodos. |
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Camargo, Susana (coord). A Revista no Brasil. SP: Editora Abril, 2000. Edição comemorativa dos 50 anos da Abril, traz um bom panorama, ilustradíssimo, dos duzentos anos de história das revistas brasileiras. |
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Campos, Arnaldo; Mendonça, Renato (org) Um Livreiro de todas as letras. Entrevista a Renato Mendonça. Prefácio de Charles Kiefer. Florianópolis: Escritório do Livro / Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2006. Col. Memória do Livro, 6. |
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Campos Jr, Celso / Denis Moreira / Giancarlo Lepiani / Maik R. Lima. Nada mais que a verdade - a extraordinária história do jornal Notícias Populares. São Paulo: Carrenho Editorial, 2002.
"Basta falar no Notícias Populares — ou NP para os mais íntimos — que as pessoas começam a sorrir. Mesmo quem nunca abriu o jornal (precisava abrir?) ainda se lembra de casos como o do bebê-diabo, de algumas manchetes antológicas, como BROXA TORRA O PÊNIS NA TOMADA, ou das suas orgiásticas edições de Carnaval. |
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Carneiro, Maria Luiza Tucci. Livros proibidos, idéias malditas - o Deops e as idéias silenciadas. São Paulo: Proin-USP / Fapesp / Ateliê Editorial, 2. ed ampliada, 2002. Ilustrado. A destruição de um livro pelo DEOPS se processava em etapas distintas: em primeiro lugar proibia-se sua circulação junto à sociedade (posse e leitura), seguida da ordem e do ato da apreensão. Confiscadas, as obras "suspeitas" eram relacionadas pelos investigadores que anexavam uma amostragem aos autos policiais. (...) Com base em critérios aleatórios, elaborava-se uma longa listagem de títulos e autores, hoje documentos exemplares para conhecermos as práticas de leituras vigentes no nosso passado.(excerto) |
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Carneiro, Maria Luiza Tucci (org). Minorias Silenciadas - história da censura no Brasil. São Paulo: Fapesp / Imprensa Oficial / Edusp, 2002.
Fruto do Simpósio Minorias Silenciadas, organizado em 1997, na USP, por Maria Luiza Tucci Carneiro como parte do colóquio Direitos Humanos no Limiar do século XXI, coordenado por Renato Janine Ribeiro, a obra reúne ensaios sobre a censura à atividade intelectual e artística em diferentes momentos da história brasileira, desde o período colonial até os anos posteriores ao golpe militar de 1964. Conta com a colaboração de especialistas de diversas áreas. |
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Castro, Renato Berbert de. A Tipografia Imperial e Nacional da Bahia (Cachoeira, 1823 - Salvador, 1831). SP: Ática, 1984. |
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Costa, Cacilda Teixeira da. Livros de Arte no Brasil - edições patrocinadas. São Paulo: Itaú Cultural, 2000. Catálogo dos livros de arte produzidos no Brasil com patrocínio empresarial. O excelente ensaio introdutório, além de oferecer um bom panorama da história do livro de arte patrocinado entre nós, sugere algumas reflexões sobre o assunto, como a motivação do patrocinador e as leis de incentivo. |
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Costa, Cristiane. Pena de aluguel - Escritores jornalistas no Brasil (1904-2004). SP: Companhia das Letras, 2005. Radiografia da vida literária e jornalística no Brasil. Ecoando uma pergunta de João do Rio (O jornalismo é um fator positivo para a arte literária?), a autora expõe os fatores econômicos que fazem com que o sonho de viver de escrever pareça tão ilusório nos dias de hoje quanto no início do século XIX. |
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Cruz, Heloisa de Faria. São Paulo em papel e tinta - periodismo e vida urbana (1890-1915) São Paulo: Imprensa Oficial / Educ, 2002. "Trata-se, aqui, da pequena imprensa paulistana na passagem do século XIX para o XX, diversificada e cheia de possibilidades para o historiador, (...) que a autora apresenta como experiência cultural que também é prática de classe." (Marcos Silva, no prefácio) |
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Cruz, Heloisa de Faria (org). São Paulo em revista - Catálogo de publicações da Imprensa cultural e de variedades paulistana (1870-1930) São Paulo: Arquivo do Estado / Imprensa Oficial / Cedic / PUC, 1997. Instrumento de pesquisa que reúne referências sobre uma gama extremamente variada de publicações da imprensa periódica que vieram a público na cidade de São Paulo. Na invenção da mordernidade urbana, das novas formas de sociabilidade e sensibilidade, essas publicações ganham a cidade, transformam-se no suporte impresso das mais variadas concepções e práticas culturais. |
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El Far, Alessandra. O Livro e a leitura no Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. Coleção Descobrindo o Brasil. Pequena obra que recupera e esclarece alguns pontos da história do livro e da leitura em nosso país, desde a proibição da impressão no período colonial até os dias de hoje, quando presenciamos a venda de livros em bancas de jornal e estações de metrô. Um percurso que envolve editoras, livrarias, escritores e, é claro, os leitores. |
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El Far, Alessandra. Páginas de sensação - Literatura popular e pornográfica do Rio de Janeiro (1870-1924). SP: Companhia das Letras, 2004. Florescia em finais do século XIX e começo do XX certa literatura popular largamente consumida por uma crescente população carioca alfabetizada. Dentre esses, a autora seleciona os chamados "romances de sensação" e "romances para homens", com trama sensacional que desafiava os rígidos padrões de uma sociedade patriarcal. O leitor penetra assim no universo das publicações e da literatura popular. |
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Fischer, Luís Augusto. 50 Anos de Feira do Livro - vida cultural em Porto Alegre, 1954-2004. Porto Alegre: L&PM, Col. pocket, 2004. Linha do tempo que apresenta sucintamente os principais fatos que marcaram, em Porto Alegre e no Brasil, a história, a cultura, a literatura, e a Feira do Livro nesses seus 50 anos de existência. |
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Gonçalo Júnior. A Guerra dos gibis - A formação do mercado editorial brasileiro e a censura aos quadrinhos (1933-64). SP: Companhia das Letras, 2004. Embora fizessem a festa da garotada e dos editores Adolfo Aizen e Roberto Marinho, os gibis, chegados ao Brasil como novidade americana a partir dos anos 30, causavam arrepios nos guardiões da moral, tubarões da imprensa e raposas da política, que em coro pediam censura urgente às revistinhas. Outros enxergavam nelas potenciais educativos. Na heróica Guerra dos gibis envolveram-se grandes figuras da vida nacional... |
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Gonçalo Júnior. O Homem Abril - Cláudio de Souza e a história da maior editora brasileira de revistas. SP: Opera Graphica, 2005. Ilustrado.
Cláudio de Souza foi, por cerca de 25 anos, um dos mais destacados funcionários da Editora Abril, passando por quase todos os departamentos da empresa. Apaixonado por quadrinhos, lançou gibis que ainda existem como Mickey, Mônica, Cebolinha, e tantos outros. Curiosamente, seu nome é omitido entre os "fazedores de revistas" mencionados na Revista do Brasil [vide acima, nesta seção], um dos motivos que levou o autor a retraçar, através de sua biografia, a história da editora com suas inúmeras e saborosas histórias. |
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Hallewell, Laurence. O Livro no Brasil (sua história). Trad. de Maria da Penha Villalobos e Lólio Lourenço de Oliveira. SP: Edusp / T.A.Queiroz, 1985. REEDIÇÃO, revista, atualizada e ampliada. Trad. de Maria da Penha Villalobos, Lólio Lourenço de Oliveira e Geraldo Gerson de Souza. Formato 24x30 cm. 816 pp. SP: Edusp, 2005.
Primeiro e mais completo panorama histórico da indústria editorial brasileira. Escrito originalmente em 1975, foi publicado pela primeira vez no Brasil em 1982, e para esta segunda edição passou por extensa revisão do autor britânico. Retrata com precisão, clareza e riqueza de dados estatísticos o desenvolvimento das editoras brasileiras e os problemas econômicos, sociais e políticos que enfrentaram para sobreviver. Oferece um relato minucioso das obras e dos autores publicados pelas editoras comerciais e oficiais, além de tabelas, cronogramas e dados comparativos detalhados sobre população, importação, tarifas, preços, salários, exportação, produção de papel, traduções e comércio livreiro. |
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Ipanema, Marcello & Ipanema, Cybelle. A Tipografia na Bahia: documentos sobre suas origens e o empresário Silva Serva. RJ: Instituto de Comunicação Ipanema, 1977. |
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Knychala, Catarina Helena. O Livro de Arte Brasileiro - (Teoria, história, descrição: 1808-1980). RJ: Presença/Pró-Memória/INL, 1983. |
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Lajolo, Marisa & Zilberman, Regina. O Preço da Leitura - Leis e números por detrás das letras. São Paulo: Ática, 2002. Ilustr. p & b. |
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Lajolo, Marisa e Zilberman, Regina. A Formação da Leitura no Brasil. São Paulo: Ática,1996. |
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Lajolo, Marisa e Zilberman, Regina. A Leitura rarefeita: livro e leitura no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1991. |
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Lima, Guilherme Cunha. O Gráfico Amador - As Origens da Moderna Tipografia Brasileira. RJ: Editora UFRJ, 1997. Ilustrado p&b. |
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Lima, Yone Soares de. A Ilustração na produção literária - São Paulo, década de vinte. São Paulo: IEB / USP, 1985. |
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Lindoso, Felipe. O Brasil pode ser um país de leitores? Prefácio de Sérgio Machado SP: Summus Editorial, 2004.
Fruto da longa experiência do autor como antropólogo, jornalista, editor e assessor da CBL, a obra apresenta um histórico da indústria editorial no Brasil e analisa todo o conjunto de ações que fazem (ou fariam) do livro um produto, de consumo sim, mas diferenciado quanto aos resultados que traz para os indivíduos e
para o país. |
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Lins, Osman. Guerra sem testemunhas: o escritor, sua condição e a realidade social. São Paulo: Ática, Col. Ensaios, 1974. |
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Lopes, Moacir. A Situação do escritor e do livro no Brasil. Rio de Janeiro: Cátedra, 1978. |
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Lyons, Martyn e Leahy, Cyana. A Palavra impressa: histórias da leitura no século XIX. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 1999. |
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Lyra, Helena Cavalcanti de Com Homero Senna, Ivette Maria S. do Couto e Plínio Doyle. História de revistas e jornais literários - Índice da Revista Brasileira. RJ: Fund. Casa de Rui Barbosa, Vol. II, 1995. No presente volume estão reunidos e comentados os índices das sete "fases" da Revista Brasileira entre 1855 e 1980, indicadas pelos nomes de seus diretores. |
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Martins, Ana Luiza. Revistas em Revista - Imprensa e práticas culturais em tempos de República, São Paulo (1890-1922) São Paulo: Edusp / Imprensa Oficial / Fapesp, 2001. Trabalho raro de classificação temática e crítica das revistas como fonte histórica, Revistas em Revista recupera parte do universo mental da efervescente São Paulo na virada do século XIX para o XX, investigando a ampliação do público leitor e, sobretudo, a força da revista como impresso decisivo na passagem do consumo do jornal para o livro. A autora revela aspectos insuspeitos de nossa história cultural, como a definição da forma revista na perspectiva de sua historicidade, sua presença nas bibliotecas da época, a profissionalização do escritor e os gêneros literários em voga, assim como as políticas de alfabetização popular e o público leitor em formação. Do ponto de vista técnico, Ana Luiza examina a constituição do parque gráfico e os dramas da incipiente indústria papeleira do país, as conseqüências da proliferação da imagem e as inúmeras estratégias de venda do produto, atreladas aos modelos iniciais de propaganda e de publicidade no Brasil. |
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Matos, Felipe. Uma Ilha de leitura - Notas para uma história da cidade através de suas livrarias, livreiros e livros (Florianópolis, 1830-1960) Florianópolis: UDESC (História), 2005 (Trabalho de conclusão de curso, inédito em livro).
Trabalho de caráter introdutório à História Editorial da cidade de Florianópolis, fazendo uma cartografia de tipografias, livrarias, livreiros e livros. Pretende demonstrar a emergência do leitor na antiga freguesia de Nossa Senhora do Desterro e na Florianópolis da primeira metade do século XX, através do surgimento dos primeiros gabinetes tipográficos e estabelecimentos comerciais que vendiam livros, buscando romper com um discurso historiográfico que caracteriza a Desterro/Florianópolis como uma "paisagem de cores mortas", onde tudo é anacrônico e lento, na qual "o resto do mundo morria silencioso", a despeito da inundação de cultura impressa que lentamente revolucionou os hábitos da cidade, e dos livros que circulavam pela ilha através de suas livrarias. |
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Meyer, Marlyse (org) Do Almanak aos almanaques. Textos de Jean-François Botrel, Jerusa Pires Ferreira, Maria Coleta Oliveira, Machado de Assis. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001. Ilustrado. Livro de referência que resguarda a memória e a atualidade do importante veículo de comunicação que é o almanaque, que sempre ocupou um papel significativo no mercado editorial brasileiro. |
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Mira, Maria Celeste O Leitor e a banca de revistas - a segmentação da cultura no século XX. SP: Olho d'Água, 2001.
Para descobrir "quem lê tanta revista?", a autora parte de O Cruzeiro, a "revista da família brasileira", até chegar, no final do século XX, à proclamada "revista personalizada". Analisa os modelos de revista mais importantes do Brasil e do mundo, sua relação com grupos de leitores/consumidores e os movimentos sociais e culturais que os constituem como segmentos de mercado e alteridades. |
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Miranda, Francisco Gonçalves. Memória histórica da Imprensa Nacional. RJ: Imprensa Nacional, 1922. |
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Nunes, José Horta. Formação do leitor brasileiro: imaginário da leitura no Brasil colonial. Campinas/SP: Ed. Unicamp, 1994. |
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Oliveira, Lívio Lima de. O livro de preço acessível no Brasil - o caso da coleção "L&PM Pocket". São Paulo: ECA - USP, 2002 (dissertação de mestrado, inédita em livro).
O trabalho estuda as estratégias de edição de livros a preços acessíveis, monstrando experiências com esse tipo de livro nos EUA (desde o século XIX), na Europa (desde o século XV) e no Brasil (a partir do final do século XIX). Apresenta um estudo de caso da editora L&PM e faz algumas recomendações para a produção de livros a preços acessíveis. |
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Paixão, Fernando (coord.). Momentos do Livro no Brasil. São Paulo: Ática, 1996. Edição comemorativa dos 30 anos da Editora Ática, ricamente ilustrada, retraça a história da edição no Brasil, do século XIX até nossos dias. |
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Park, Margareth Brandini. Histórias e Leituras de Almanaques no Brasil. São Paulo: Fapesp; Campinas: ALB / Mercado de Letras, 1996.
Este livro sobre os almanaques farmacêuticos brasileiros é uma bela e importante contribuição à história da produção, da circulação e da leitura das obras de grande difusão, e confirma que é arriscado qualificar sem nuanças o almanaque de "popular". O almanaque é um livro destinado a todos e que todos, mesmo os menos letrados ou os analfabetos, podem "ler". |
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Pedro, Joana Maria. Nas Tramas entre o público e o privado: a imprensa de Desterro no século XIX. Florianópolis: Editora da Ufsc, 1995. Escrito a partir de pesquisa sobre jornais publicados em Desterro (atual Florianópolis) entre 1831 e 1889, elucida importantes aspectos da história da imprensa no Brasil do século XIX. |
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Piacentini, Tânia. Literatura: o universo brasileiro por trás dos livros. Florianópolis: Editora da Ufsc, 1991. A autora recolhe e analisa o depoimento de 12 escritores brasileiros que publicaram obras nos anos 70, procurando resposta para algumas questões — em que condições trabalha um ficcionista? qual o papel do editor no seu trabalho? de que maneira o mercado livreiro afeta a atividade literária? — e assim "tecer a trama do fenômeno literário em determinada época e sociedade". |
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Ramalho, Cristina. O Livro e a leitura na Lei Federal de Incentivo. Prefácio de Mequita C. de Andrade Introdução de Ronaldo Graça Couto. São Paulo: Metalivros, 2002. Em bela edição, ilustrada a cores, o livro faz um balanço das publicações e projetos de incentivo à leitura realizados com o apoio da lei Rouanet nos últimos dez anos. Há depoimentos de autores, editores, patrocinadores, fotógrafos, designers e jornalistas sobre os aspectos positivos e negativos da lei, além de sugestões para aprimorá-la. |
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Rizzini, Carlos. O Jornalismo antes da tipografia. São Paulo: Nacional, 1968 (Ed. fac-símile). |
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Rizzini, Carlos. O Livro, o jornal e a tipografia no Brasil - 1550/1822 - com um breve estudo geral sobre a informação. São Paulo: Imprensa Oficial, 1988. (Ed. fac-símile). |
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Rodrigues, João Paulo Coelho de Souza. A Dança das cadeiras - literatura e política na Academia Brasileira de Letras (1896-1913). Campinas: Editora da Unicamp, 2001. Em 1897, alguns dos mais importantes intelectuais brasileiros fundavam a Academia Brasileira de Letras. Nas palavras de seu então presidente, Machado de Assis, o desejo dos que ali estavam era "conservar, no meio da federação política, a unidade literária". Mas afinal, qual a relação entre literatura e política naquela virada de século? Deveria a política ser objeto da literatura? Poderia não ser? |
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Serra, Elizabeth d'Angela et alli. O Livro para crianças no Brasil. São Paulo: CBL, 1994. |
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Sodré, Nelson Werneck. A História da imprensa no Brasil. RJ: Civilização Brasileira, 1966. |
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Taborda, Felipe (ed). Ideografia: a arte de capas de livros no Brasil. S. Bernardo do Campo: Bandeirante, 1990. |
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História da Tipografia no Brasil. MASP, 1979. |
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Torelly, Aparício (Barão de Itararé) Almanhaque para 1949, ou Almanhaque d'A Manha. e Almanhaque para 1955, primeiro semestre. Organizados por Sérgio Papi e José Mendes Andrade. São Paulo: Studioma / Imprensa Oficial / Edusp, 2002.
O jornalista e editor Aparício Torelly conviveu com políticos, escritores e artistas como Prestes, Graciliano Ramos e Di Cavalcanti. Por meio de seu alterego Barão de Itararé, debochou da política e dos costumes, desde a década de 1920 até os portais da modernidade juscelinista, nas páginas de seu semanário de humor, A Manha, e nos seus Almanhaques, como estes dois primeiros de uma série de três, agora relançados em edição fac-similar. |
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Travancas, Isabel. O Livro no Jornal - os suplementos literários dos jornais franceses e brasileiros nos anos 90. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001. A autora pesquisa dois suplementos literários brasileiros ("Mais!" da Folha de São Paulo e "Idéias", do Jornal do Brasil), e dois franceses ("Les Livres", do Libération e "Le Monde des livres" do Le Monde), e analisa as relações entre dois objetos tão distintos e ao mesmo tempo estreitamente relacionados: o jornal e o livro. Reflete como o jornal e seus produtores tratam e pensam o livro; o livro como produto da sociedade de massa, como centro da notícia e ponto de partida para suplementos, em duas sociedades modernas, capitalistas, urbanas, com uma indústria cultural bastante dinâmica, e nas quais o livro tem grande valor simbólico. |
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CABRIÃO: Semanário humorístico editado por Ângelo Agostini, Américo de Campos e Antônio Manoel dos Reis: 1866-1867. Introdução de Délio Freire dos Santos. São Paulo: Editora da Unesp / Imprensa Oficial, 2a ed. rev. e ampl., 2000. Edição fac-similar dos exemplares do semanário humorístico editado na cidade de São Paulo na década de 1860, que "...tirou o sono e motivou gargalhadas nos meios políticos, sociais eclesiásticos", diz Délio Freire dos Santos na introdução, onde faz uma bela síntese da caricatura na imprensa no Brasil e no mundo. |
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Vários. Anais do III Encontro de Editoração da Bahia. Salvador: Instituto Baiano do Livro, 1993.
Traça um bom e variado panorama da edição brasileira, reunindo palestras de Calasans Neto e Floriano Teixeira ("Ilustradores de Livros"), Sérgio Mattos ("Divulgação da Produção editorial no interior"), Florisvaldo Mattos ("Divulgação da produção editorial na Bahia"), Felipe Lindoso ("Câmara Brasileira do Livro"), José Marques de Mello ("Formando editor na Universidade"), João Guizo ("A Prestação de serviços no ramo editorial"), Plínio Martins Filho ("Edusp, de co-editora a editora"), Gumercindo Rocha Dórea ("Ser editor baiano"). |
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Vários. O Futuro do Livro na Bahia. Anais do V Encontro de Editoração da Bahia. Salvador: Instituto Baiano do Livro, 1996.
Reúne palestras de Alfredo Weiszflog, Gustavo Falcón, Claudius Portugal, Sérgio Almeida, Tereza Marcílio, Tânia M. B. Teixeira, Fátima Lôbo, Célia Matos, Zeny Duarte, Marina Araújo e Maria Aparecida Viviane Ferraz acerca dos vários aspectos da produção editorial baiana. |
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"Tem um poeta no meio do caminho". Texto de Waldemar Torres. Porto Alegre: Espaço Engenho & Arte / Câmara do Livro, 2001.
Catálogo da exposição realizada durante a 47a Feira do Livro de Porto Alegre, apresentando, selecionadas da biblioteca do bibliófilo Waldemar Torres, obras de Drummond em prosa, em verso, vertidas para outras línguas, traduzidas por ele, crítica, filmografia. O catálogo, além da listagem, reproduz a cores capas de diversas edições. |
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Araújo, Emanuel. A Construção do Livro. RJ: Nova Fronteira/INL, 1986. |
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Azevedo, Fernando de. As Técnicas de produção do livro e as relações entre mestres e discípulos. Conferência, 2a ed. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1946. |
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Barracco, Helda Bulotta. Elementos de Linguagem Editorial. São Paulo: Com-Arte, 1974. |
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Barracco, Helda Bulotta. Guia à História da Editoração. São Paulo: Ebraesp, 1975. |
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Corrêa, Tupã Gomes. Editoração: conceitos, atividades, meios. São Paulo: Edinac, 1988. |
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Guimarães, Júlio Castañon. Sobre um projeto de edição crítico-genética da poesia de Carlos Drummond de Andrade. RJ: Fund. Casa de Rui Barbosa, Col. Papéis Avulsos-32, 1997. Apresenta um sumário de alguns grandes projetos de edições recentes em língua portuguesa e discute a possibilidade de aplicação de princípios atuais de edição, tanto na perspectiva ecdótica quanto na perspectiva genética, à poesia de Carlos Drummond de Andrade. |
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Hay, Louis. A Montante da Escrita. Trad. José Renato Câmara. & Grésillon, Almuth. Devagar: obras. Trad. Júlio Castañon Guimarães. RJ: Fund. Casa de Rui Barbosa, Col. Papéis Avulsos-33, 1999. Reúne textos de dois dos mais importantes críticos que atuam na linha de estudos de manuscritos literários conhecida como crítica genética. "A montante da escrita", de Louis Hay, examina as relações entre certos suportes de anotações e do desenvolvimento do texto literário, e o texto de Almuth Grésillon, "Devagar: obras", apresenta as várias possibilidades de abordagem do manuscrito literário pela crítica genética. |
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Houaiss, Antônio. Elementos de Bibliologia. SP: Hucitec / Pró-Memória / INL, 1983 (edição fac-similar). |
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Knapp, Wolfgang. O que é Editora. São Paulo: Brasiliense, 1986. Col. Primeiros Passos, vol. 176. |
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Knychala, Catarina Helena. Editoração: técnica da apresentação do livro. RJ: Presença; Brasília: INL, 1981. |
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Laufer, Roger. Introdução à Textologia. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1980. |
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Lustig, Silvia (org). Editoração: mercado de trabalho e regulamentação da profissão. São Paulo: Com-Arte, 1986. |
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Magalhães, Aluísio (com Antônio Houaiss, Benedicto Silva e outros). Editoração Hoje. Rio de Janeiro: FGV, 1981, 2a ed. |
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Martins Filho, Plínio (org). Livros, editoras & projetos. São Paulo: Ateliê Editorial / Com-Arte; S. Bernardo do Campo: Bartira, 1997. |
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Smith Jr., Datus C. Guia para a Editoração de Livros. Trad. de Eliane Tejera Lisboa. Recife: UFPE; Florianópolis: UFSC, 1990. |
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Bicker, João Manuel e Ferrand, Maria. A Forma das Letras. Coimbra: FBA / Almedina, 2000.
Simples, bonito, breve e útil dicionário sobre a anatomia das letras. Ilustrado, também oferece pequena biografia dos grandes tipógrafos e exemplos de seus tipos. |
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Blackwell, Lewis. La Tipografia del Siglo XX. Barcelona: Gustavo Gili, 1997.
Faz uma resenha dos principais designers de tipo desde o fim do século XIX, relacionando as mudanças formais das fontes com as tecnologias de composição e impressão que vão surgindo neste intervalo. Fartamente ilustrado. |
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Bodoni, Giambattista. Manual Tipográfico. Organização, produção editorial e ensaio introdutório de João Manuel Bicker. Tradução de Rita Marnoto. Coimbra: FBA / Almedina, 2001. Em linda e despojada edição, o prefácio do célebre tipógrafo italiano ao seu Manuale Tipografico, publicado postumamente por sua viúva em 1818. Ilustrado. |
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J. B. Bodoni, typographe italien (1740-1813). Tradução e ensaio introdutório de Anne de Margerie. Paris: Jacques Damase éditeur, 1985. Versão francesa do prefácio ao Manuale Tipografico, infelizmente bastante resumida. Há, em compensação, fartas e boas ilustrações. |
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Bringhurst, Robert . The Elements of Typographic Style. Hartley & Marks. 2a ed. revista e aumentada, 1997.
Simplesmente o melhor livro que já li sobre o assunto. O mais interessante é que não é apenas um manual de estilo tipográfico, mas uma reflexão sobre o assunto e o autor prova o que diz com o próprio livro! Basta folhear a edição para perceber que tudo o que ele escreve faz sentido. É um livro muito bonito e com uma riqueza de informações fantástica. Imperdível. Essencial. |
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Burke, Christopher. Paul Renner. The Art of Typography. New York: Princeton University Press, 1998.
Paul Renner, conhecido designer responsável pela fonte Futura, merece de Burke um trabalho atento de biógrafo, traçando sua carreira e vida. |
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Canaveira, Rui. Dicionário de Tipógrafos Famosos. Lisboa: Edição do autor, 2001 (4a ed.).
A versão on-line deste utilíssimo dicionário, pode ser encontrada no site |
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Friederichs, Bertram Schmidt. Typographie par Fournier le Jeune. Paris, Jacques Damase éditeur, 1991. |
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Frutiger, Adrian. Sinais e símbolos - desenho, projeto e significado. Tradução de Karina Jannini. São Paulo: Martins Fontes, 2001. Extensa e excelente obra em que o grande tipógrafo suíço fala de traços, formas, sinais, volumes... A segunda parte, "Os sinais que registram a linguagem", aborda a escrita, sua história, a legibilidade, os caracteres tipográficos, os algarismos e sinais de pontuação. |
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Gill, Eric. An Essay on typography. Boston: David R. Godine, Publisher, 1988. Ensaio sobre tipografia. Tradução de Luís Varela. Introdução de Luís Ferreira. Coimbra: FBA / Almedina, 2003.
"O nome Eric Gill (1882-1940) é conhecido, actualmente, sobretudo como o de um designer tipográfico. Como artista ele seria muito mais do que isso: um escultor, gravador e ilustrador. Foi uma personalidade extraordinária e prolífica, sendo um dos mais controversos e conhecidos artistas em Inglaterra entre as duas guerras mundiais." (Luís Ferreira, na Introdução) |
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Gruszynski, Ana Cláudia. A Imagem da palavra: Retórica tipográfica na pós-modernidade Teresópolis, RJ: Novas Idéias, 2007.
A autora, designer gráfica e professora da FABICO-UFRGS, reflete aqui, a partir de um histórico da transição entre modernidade e pós-modernidade, sobre as mudanças na prática do design gráfico na sociedade contemporânea, além de discutir com muito clareza conceitos como identidade, estilo, cultura gráfica, legibilidade... Fundamental para designers, e também para não-designers desejosos de compreender aquilo que une e separa imagem e palavra, e que ela denomina "retórica tipográfica". |
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Jourquin, Jacques. Gutemberg de l’or au plomb. Paris, Jacques Damase éditeur, 1988. |
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Lamartine, Alphonse de. Gutenberg, inventeur de l'imprimerie. Bédée (França): Folle Avoine, 1997. Pequena biografia de Gutenberg e, conseqüentemente, pequena história da invenção da imprensa, pelo célebre poeta romântico. Publicada originalmente na revista Le Civilizateur em 1953. |
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Lemaire, Gérard-Georges. Les Mots en Liberté - Futuristes Paris: Jacques Damase éditeur, 1986. |
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Letouzey, Victor. La Typographie. Que sais-je? PUF, 1970. |
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Mandel, Ladislas. Écritures, miroir des hommes et des sociétés. Méolans-Revel (França): Atelier Perrousseaux, 1998. Escrituras, espelho dos homens e das sociedades. Tradução de Constância Egrejas. Apresentação de Dorothée de Bruchard São Paulo: Edições Rosari, 2006. História da escrita em que o autor, húngaro radicado na França e um dos expoentes da tipografia naquele país, desenvolve a tese, amadurecida durante décadas, de que a evolução da escrita pelos milênios e pelas culturas não provém tanto da invenção de novas ferramentas ou suportes, mas é, pelo contrário, o resultado, o "espelho" dos sonhos, das angústias, dos sistemas políticos (permissivos ou autoritários) dos homens e das sociedades. |
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Mandel, Ladislas. Du Pouvoir de l'écriture. Méolans-Revel: Atelier Perrousseaux, 2004.
Neste seu segundo ensaio, o autor se interroga sobre o processo da criação em geral, da criação da escrita, sobre o "por quê" e o "para quem" de uma nova escrita. Nas épocas clássicas, cada povo tinha a sua escrita própria, que refletia a sua imagem. Hoje, uma proliferação de caracteres tipográficos inunda o mercado mundial. Para Ladislas Mandel, a escrita sob todas as suas formas é uma linguagem completa, uma criação do espírito e ele procura, com suas interrogações, devolver a palavra à escrita. |
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McLean, Ruari (ed). Typographers on Type. New York / Londres: W.W. Norton, 1995.
Ruari Mc Lean reúne neste volume uma antologia de escritos sobre fontes e problemas de design de livros, de responsabilidade dos principais designers de tipo desde William Morris (1875) até Matthew Carter (1990), com algumas ilustrações. |
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Rocha, Claudio. Projeto Tipográfico - análise e produção de fontes digitais. São Paulo: Edições Rosari, 2002. Coleção Textos Design. Claudio Rocha, designer e grande desenhador de tipos, nos conta neste livro, que é um excelente começo para a compreensão da tipografia, a história e evolução dos tipos, a importância das técnicas, etc, e evidencia nossa necessidade de uma cultura tipográfica. |
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Ruder, Emil. Manual de Diseño Tipográfico. México: Ediciones G. Gili, 1982, 4a ed. |
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Sirat, Colette et alii. Signes Hébraïques — Calligraphies & Typographies. Paris, Jacques Damase éditeur, 1990. |
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Satué, Enric. Aldo Manuzio. Editor, tipógrafo. Livreiro. Traduzido do catalão por Cláudio Giordano. São Paulo: Ateliê Editorial, 2005. Coleção Artes do Livro, 4. Belo livro sobre a vida e a obra do grande tipógrafo-editor humanista do século XVI, a quem a arte do livro deve, entre outras, a invenção da letra cursiva, o formato de bolso, a paginação dupla como unidade formal, as coleções temáticas, os conselhos editorias... |
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Spencer, Herbert. Pioneers of Modern Typography. Cambridge, Massachussets, The MIT Press, 1990. |
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COLEÇÃO QUAL É O SEU TIPO? São Paulo: Edições Rosari. Com coordenação editorial de Claudio Ferlauto, a coleção, simples, bonita, ilustrada, oferece em cada pequeno volume a história e um estudo de uma fonte tipográfica. . Helvética, tipo topa tudo, por Guto Lins. 2002.. A Eterna Franklin Gothic, por Claudio Rocha. 2003. . Times Collage - um tipo clássico revisitado, por Tide Hellmeister. 2003. . Bembo - quando uma parceria dá certo, por Fernanda Martins. 2003. . Trajan, por Claudio Rocha. 2003. . B de Bodoni, por Claudio Ferlauto. 2003. . Tempos gráficos - diário de época, por Lúcia Bergamaschi Costa Weymar e João Fernando Igansi Nunes. 2003. . Capitular Collage, por Tide Hellmeister. 2003. . Gill Sans, por Gustavo Piqueira. 2004. . Psicodélicas - um tipo muito louco, por Carlos Perrone. 2004. |
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Cassares, Norma Cianflone
(com a colaboração de Cláudia Moi). Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São Paulo: Arquivo do Estado / Imprensa Oficial, 2000. O objetivo deste manual é oferecer informações básicas e práticas a profissionais que atuam direta ou indiretamente em acervos de bibliotecas e arquivos. Para permitir que profissionais sem treino ou experiência na área possam cooperar de forma eficiente com equipes de conservação das instituições, traz conceitos, informações, instruções, além de bibliografia, glossário, lista de endereços úteis. |
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Castelo Branco, Zelina. Encadernação - História e técnica. São Paulo: Hucitec, 1978. |
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Monje Ayala, Mariano. El Arte de la Encuadernación Madrid, Clan Librería-Editorial, 1998.
Mais do que um manual de encadernação, excelente obra de referência: descreve os instrumentos, as técnicas, e traz sobretudo uma boa história desta arte, exemplos ilustrados de estilos, comparação com ornamentos em outras artes, etc. |
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Paletta, Fátima A. Colombo & Yamashita, Marina Mayumi. Colaboração de Débora Ferrazoli Penilha Manual de higienização de livros e documentos encadernados São Paulo: Hucitec, 2004. Em linguagem simples, o manual sugere procedimentos que ajudam na conservação do patrimônio documental, retardando ou impedindo a deterioração de acervos e documentos de papel. |
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Pratt, Guy A. A Arte de encadernar. Trad. Álvaro Mariz de Andrade. S. Paulo: Lep, 1956. |
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Rigaut, Henriette. La Reliure - comme un professionnel. Paris: Ed. Fleurus, 1989. |
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Preservação e Restauração de documentos - Quatro Estudos. RJ: Fund. Casa de Rui Barbosa, Col. Papéis Avulsos - 33, 2000. "Proteção ambiental de livros e material afim", "A Composição físico-química do papel", "Recuperando História: um processo de doação de sesmarias", "Restauração de obras de arte sobre papel com pigmento de baixa estabilidade" são os trabalhos apresentados neste volume. |
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Amar, Pierre-Jean. Histoire de la photographie. Paris: PUF, 1997. Destaque, nessa pequena história da fotografia, para o capítulo "La presse, le livre et le photojournalisme". |
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Buti, Marco & Letycia, Anna (orgs). Gravura em metal. São Paulo: Imprensa Oficial / Edusp, 2002. Os organizadores resgataram aqui textos desses três artistas, três pólos de irradiação da gravura no Brasil: Carlos Oswald, Mário Dóglio e Francesc Domingo. Textos que aliam caráter histórico e aspecto técnico - trazem informações diversas sobre métodos e instrumentos utilizados pelo gravador, o manejo de tintas e vernizes, a preparação do local de trabalho etc., além de outros aspectos como os gêneros e modalidades de gravura existentes, entre elas a água-forte, a água-tinta, a heliogravura, a eletrogravura. Há ainda depoimentos de Antonio Francisco Albuquerque e Roberto Grassman, dois impressores com larga experiência no ofício, que detalham os processos de impressão da gravura em metal. |
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Cirne, Moacy (org). Quadrinhos: Sedução e Paixão. Petrópolis: Vozes, 2000. É um livro-reflexão sobre algumas das questões — em arte e literatura — mais pertinentes da atualidade, tomando como centro de sua abordagem crítica o mundo gráfico e temático das histórias-em-quadrinhos. |
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Crane, Walter. The decorative illustration of books. Londres: Senate, 1994.
Pequena história da ilustração dos livros, da Idade Média ao livro moderno, publicada pela primeira vez em 1896. Várias ilustrações, selecionadas pelo autor, um dos maiores ilustradores ingleses de seu tempo. |
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Debat, Michelle (org). La Photographie et le livre analyse de leurs rapports multiformes, nature de la photographie, statut du livre. Paris: Trans Photographic Press, 2003. Textos de diversos autores abordando a relação entre a fotografia e o livro (fotografia e ilustração, usos editoriais da fotografia, fotografia e imprensa, etc). |
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Fabris, Annateresa (org). Fotografia - usos e funções no século XIX. São Paulo: Edusp, 1998. O impacto da invenção da fotografia e seu desenvolvimento num quadro de grandes transformações sociais e tecnológicas, tanto no contexto europeu quanto em suas implicações no Brasil, é o ponto de partida dos diversos estudos reunidos neste livro, que abordam tópicos como as dificuldades de legitimação artística da nova técnica, suas relações com os meios tradicionais de representação de imagens (como a pintura, o desenho e os diversos tipos de gravura) ou a utilização da reprodução fotográfica na imprensa ilustrada. |
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Ferreira, Orlando da Costa. Imagem e Letra: introdução à bibliologia brasileira - a imagem gravada. São Paulo: EDUSP, 1994, 2a ed. |
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Fonseca, Joaquim da. Caricatura - a imagem gráfica do humor. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1999. Verdadeira obra de referência, o livro conceitualiza a caricatura em suas diversas manifestações (charge, cartum, quadrinhos, desenho animado), descreve suas técnicas e procedimentos, além de traçar sua história, desde que surgiu até nossos dias, destacando as principais escolas e artistas. Inclui capítulos específicos sobre a caricatura no Brasil. |
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Grojnowski, Daniel Photographie et langage. Paris: José Corti, 2002. Ensaio sobre as relações entre a fotografia e o texto literário, jornalístico ou crítico. |
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Kossovitch, Leon / Laudanna, Mayra / Resende, Ricardo (textos). Gravura - arte brasileira do século XX. São Paulo: Cosac & Naify / Itaú Cultural, 2000. A partir da pesquisa sobre o universo da gravura tradicional brasileira (Leon Kossovitch e Mayra Laudanna) e sobre os desdobramentos recentes das técnicas de gravação (Ricardo Resende), o livro registra o trabalho de artistas que fizeram a história de nossa gravura, muitos deles integrando inclusive a história de nosso livro ilustrado — Goeldi, por exemplo. |
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Machado, Ubiratan. A Etiqueta de livros no Brasil: subsídios para uma história das livrarias. São Paulo: Imprensa Oficial / Oficina do Livro / Edusp, 2004.
Como os tipógrafos (que criaram as insígnias, impressas nos livros) e os colecionadores de livros (que criaram os ex-libris), os livreiros também buscaram com o uso das etiquetas uma forma de estampar nos livros a identificação de suas atividades. |
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Martins Filho, Plínio (org.). Ex-Libris - Coleção Livraria Sereia de José Luís Garaldi. Prefácio de Dorothée de Bruchard. São Paulo: Ateliê Editorial, col. Artes do Livro, 2008. Linda edição, apresenta coleção quase toda formada por exemplares brasileiros, em reprodução a cores de excelente qualidade. O prefácio traz uma pequena história do ex-libris. |
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Mediavilla, Claude. L'ABCdaire de la Calligraphie. Paris: Flammarion, 2000. Pequena história ilustrada da caligrafia. |
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Monteiro, D. Salles. Catálogo de clichês. Apresentação de Plínio Martins Filho. São Paulo: Ateliê Editorial, col. Artes do Livro, 2003. Edição fac-similar do catálogo de clichês da empresa carioca D. Salles Monteiro, provavelmente datado do início do século XX. Obra de raro valor documental, por reproduzir boa variedade de elementos tipográficos, vinhetas decorativas e simbólicas, filetes, e diversos elementos e códigos da comunicação impressa da época. |
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Monteiro, Rosana Horio. Descobertas múltiplas - a fotografia no Brasil (1824-1833). São Paulo: Fapesp; Campinas: Mercado de Letras, 2001. No Brasil, onde se estabelecera longe dos grandes centros europeus do período, o francês Hércules Florence (1804-1879) desenvolvia desde 1833 um processo de fixação de imagens a que dava o nome de fotografia. Seu trabalho, interrompido em 1839 quando noticiou-se no Rio de Janeiro a descoberta de Daguerre, ficou esquecido por quase um século. |
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Paiva, Eduardo França. História & Imagens. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. Os novos historiadores já não tomam a iconografia como simples "ilustração", mas sim como fonte das mais ricas, registro realizado por meio de ícones, de imagens pintadas, desenhadas, gravadas, etc. |
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Peignot, Jerôme. Calligraphie - du trait de plume aux contre-écritures. Paris: Damase, 1983. |
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Peignot, Jerôme. Petit traité de la vignette. Paris: Imprimerie Nationale, 2000. A vinheta é uma linguagem sob a linguagem, um sussurro. Florões, vinhetas simples ou combinadas, vinhetas figurativas: a tipografia também segue os caprichos da moda. O autor a retraça, com muitas ilustrações, nesta obra lindamente impressa. |
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Pereira, Lauro Ávila (coord). Última Hora - Série Ilustrações. Col. "Arquivo em Imagens" no 3. São Paulo: Arquivo do Estado / Imprensa Oficial, 1999. O projeto "Arquivo em Imagens" visa divulgar o acervo iconográfico do jornal carioca Última Hora. Este 3. volume apresenta uma pequena parte do acervo de ilustrações que, com mais de 2.000 imagens — divididas em três grupos temáticos: Política, Cotidiano e Artes — traz nomes como Henfil, Jaguar, Redi, Octávio, Lan, Nássara. |
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Ray, Gordon N. The Art of the French illustrated book - 1700 to 1914. 630 ilustrações p& b. N.Y., Dover Publications/Pierpont Morgan Library, 1986. (2 vols. em 1) |
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Ray, Gordon N. The Illustrator and the book in England - 1790 to 1914. N.Y., Dover Publications/Pierpont Morgan Library, 1976. Traz a biografia e descrição bibliográfica do trabalho dos grandes artistas desta época de ouro do livro ilustrado: William Blake, Turner, Constable, Tenniel, W. Morris, Crane, Beardsley... 295 excelentes ilustrações p & b. |
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Scarinci, Carlos A Gravura no Rio Grande do Sul (1900-1980). Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982. |
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Seligman, Patricia. (callig. de Timothy Noad). Guide pratique des lettres enluminées. Dessain et tolra. Paris 1996. Um manual para pintar iluminuras que também oferece uma boa visão de sua história e vários estilos, fartamente ilustrados. |
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Speltz, Alexander. Estilos de Ornamentos. Trad. de Ruth Judice. SP: Ediouro, s/data. Com 3765 ilustrações esquemáticas que, embora não muito bem reproduzidas, oferecem um panorama da história do ornamento em várias civilizações, permitindo inclusive a aproximação entre os ornamentos no livro e nas outras artes. |
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Teixeira, Luiz Guilherme Sodré. O Traço como texto: a história da charge no Rio de Janeiro de 1860 a 1930. RJ: Fund. Casa de Rui Barbosa, Col. Papéis Avulsos - 38, 2001. "A história da charge no Rio de Janeiro começa em meados do século XIX com a chegada de imigrantes europeus — pintores, arquitetos, desenhistas —, cujos traços ganham vigor com o exotismo de nossos costumes e a precariedade de nossas instituições" (Primeiro parágrafo da obra) |
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Amadeo Jr, Ricardo. Diagramação eficaz. Colaboração de Marcelo Yamaschita Salles, Mario Guimarães Mucida e Wagner Shimabukuro. São Paulo: Com-Arte, 2002. O artista plástico, profissional de editoração e professor da Eca coloca sua experiência neste livro de introdução à prática da comunicação visual. |
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Bridgewater, Peter. Introdução ao design gráfico. Trad. Joaquim António Nogueira Gil. Lisboa: Editorial Estampa, 1999. Guia prático dos procedimentos e técnicas do design gráfico, com boas orientações e exemplos completos de projetos profissionais, do logotipo à revista. Ilustrado a cores, também oferece um glossário básico. |
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Caldas, Waltercio. Livros. Textos de Fábio Borgatti Coutinho, Marcelo Mattos Araújo e Sônia Saltzen. Porto Alegre: MARGS; São Paulo: Pinacoteca, 2002. Catálogo da exposição "Livros", mostra do artista plástico carioca Waltercio Caldas, realizada sucessivamente no Museu de Arte do Rio Grande do Sul e na Pinacoteca do Estado de São Paulo. São 28 livros-objeto, ou "formas-livro", como define Sônia Saltzen no ensaio introdutório, integrando o livro e as artes plásticas. |
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Chamie, Emilie. Rigor e Paixão - poética visual de uma arte gráfica. São Paulo: Editora Senac, 1999.
"Rigor e paixão são os traços marcantes do trabalho artísticos de Emilie Chamie - um dos nomes mais significativos de uma geração de designers gráficos que revolucionou, a partir dos anos 50, a comunicação visual brasileira. Neste livro, ela nos traz uma amostra de seu trabalho pioneiro, que afinal se fez repertório para numerosos profissionais da área.(...) Ao articular caracteres e imagens, Emilie embala-se numa poética visual que eleva as formas discursivas da arte gráfica ao nível da boa arte." |
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Collaro, Antonio Celso. Projeto Gráfico: teoria e prática da diagramação. SP: Summus Editorial, 2000, 4. ed. revista e ampliada. Aborda os princípios de diagramação, tipologia, tipometria e outros aspectos do projeto gráfico, em diferentes formas de materiais impressos - livros, jornais, revistas... Esta edição ampliada inclui a atual concepção de diagramação, que tem no computador sua principal ferramenta, ilustrado com exemplos do Pagemaker, o software mais utilizado em editoração. |
Craig, James. Produção Gráfica. Trad. Alfredo G. Galliano, João J. Noro, Edmilson O. Conceição São Paulo: Mosaico / Edusp, 1980. |
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Escorel, Ana Luisa. Brochura Brasileira: objeto sem projeto. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974. |
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Escorel, Ana Luisa. O Efeito multiplicador do design. São Paulo: Editora Senac, 2a ed, 2000.
Reunião de vários artigos e resenhas em que a autora se propõe divulgar e valorizar a atividade do designer, tentando refletir sobre algumas questões e definir campos e conceitos ainda imprecisos. |
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Fawcett-Tang, Roger. Formatos Experimentales - Libros, folletos, catálogos. Barcelona: Index Book, ilustrado a cores, s/d. Introduções de Chris Forges e John O'Reilly. Traduzido para o espanhol por T&S.
O livro, já em si um formato original, com duas aberturas permitindo leituras cruzadas, apresenta projetos de diversos designers, inovadores na forma e no material utilizado. "El objetivo de este libro no es en absoluto sugerir que los formatos experimentales sean "el futuro de la impresión" ni siquiera que sean "lo mejor de la impresión". La finalidad de este libro es demostrar lo que puede conseguirse cuando los diseñadores transgreden las reglas para crear algo excepcional." (Chris Forges, na introdução). |
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Ferlauto, Claudio. O Tipo da gráfica - uma continuação. São Paulo: Edições Rosari, 2002. Coleção Textos Design.
A obra reúne textos que oferecem um bom panorama da produção, dos acontecimentos e idéias que permearam o design brasileiro, especialmente na arte gráfica, nos últimos anos, situando-os em seu contexto social, econômico, político, tecnológico. |
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Ferlauto, Claudio & Jahn, Heloisa. O Livro da Gráfica. São Paulo: Edições Rosari, 3. ed, 2001.
A obra, concebida de início como portfólio da Hamburg Gráfica Editora e posteriormente editada para um público mais amplo, fala dos temas centrais da gráfica, como as cores, a tipografia, as imagens e suas técnicas de reprodução. Fala um pouco de história, informação, curiosidades. Fala de autores e personagens, de romance e de poesia, introduzindo o leitor ao mundo maravilhoso da imprensa, do livro e da leitura. |
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Gombrich, E. H. A História da Arte. Tradução de Álvaro Cabral. RJ: Zahar, 4 ed., 1985. |
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Gowing, Sir Lawrence (editor). A History of Art. Barnes & Noble, 1995. |
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Grossmann, Marcia. Como te leio? Como-te livro! São Paulo: Cultura editores associados, 2002. Fruto de um TCC em Comunicação Visual na FAAP/SP, o livro é uma brincadeira leve e séria envolvendo o objeto livro, seus vários aspectos e componentes, o ato de ler e de escrever. Ilustrado. |
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Hendel, Richard (org). O Design do livro. Tradução de Geraldo Gerson de Souza e Lúcio Manfredi. São Paulo: Ateliê Editorial, col. Artes do Livro, 2003. Ilustrado p&b, capa dura. Richard Hendel, premiado artista gráfico americano, e outros oito designers apresentam alguns de seus projetos de livros comerciais e acadêmicos. Hendel analisa alguns aspectos do design de livros, como a escolha do tamanho e formato, dos tipos, a disposição da mancha na página, etc. Imprescindível para os profissionais do meio editorial, em belíssima apresentação gráfica. |
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Janson, H. W. História da Arte - Panorama das Artes Plásticas e da Arquitectura da Pré-História à Actualidade. Trad. de J. A. Ferreira de Almeida. Lisboa: Fund. Calouste Gulbenkian, 3 ed. 1984. |
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Kopp, Rudinei. Design gráfico cambiante. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2002. Ilustrações p&b. O autor apresenta, num primeiro momento, uma boa restrospectiva histórica do design gráfico moderno, abordando vários estilos a partir do vitoriano, para depois analisar (através do estudo de relógios, revistas...) o design gráfico que ele propõe denominar "cambiante" - mutante e flexível, é uma manifestação da pós-modernidade. |
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Lins, Guto. Livro Infantil? Projeto gráfico, metodologia, subjetividade. São Paulo: Edições Rosari, 2002. Coleção Textos Design. A obra aborda aspectos da produção de livros infantis pela ótica do design gráfico. O autor, designer, ilustrador e professor (PUC/RJ), trata de procedimentos criativos, técnicos, industriais e de mercado, úteis para o estudante de design e de produção editorial. |
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Martins Filho, Plínio (organização e seleção). A Arte invisível. Traduções de Geraldo Gerson de Souza. São Paulo: Ateliê Editorial, col. Artes do Livro, 2003. Em formato 10 x 7,5 cm, capa dura, o livrinho apresenta "minutos de sabedoria" aplicados à arte de projetar livros: são frases selecionadas e extraídas da obra de alguns designers e tipógrafos, dicas úteis para quem "faz livros" e que ensinam a melhor apreciar o objeto livro. Começa com a frase de Richard Hendel: "Se a impressão é a arte negra, o design do livro pode ser a arte invisível". |
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Massin. La Mise en pages. Paris: Hoëbeke, 1991. O autor é um designer gráfico francês internacionalmente conhecido, durante vinte anos diretor artístico das edições Gallimard, criador da capa da coleção "Folio" e "L'Imaginaire", autor de memoráveis projetos gráficos (como La Cantatrice Chauve, de Ionesco). Nesta obra de reflexão estética, faz a aproximação entre a diagramação de um livro com a arquitetura, o cinema, a fotografia, a música; fala de elementos fundamentais da diagramação, como o movimento, a duração, o contraponto; e nos oferece suas próprias receitas, dicas, numa obra profunda, bela, e fartamente ilustrada. |
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Morris, William. The Ideal Book. Edited and introduced by William S. Peterson. University of California Press, 1982. Reúne ensaios de William Morris sobre a arte do livro e sua experiência na Kelmscott Press, com ótima introdução de William Peterson, que também fez o belíssimo projeto gráfico. Em apêndice, entrevistas com William Morris e artigos na imprensa da época sobre a Kelmscott Press. |
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Richaudeau, François. Manuel de Typographie et de Mise en Page. Paris: Retz, 1989. |
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Rogers, Bruce. Paragraphs on Printing. N.Y.: Dover Publications, 1979. Pioneiro americano no ofício de book designer, e o mais conhecido, Bruce Rogers (1870-1957) deixa aqui registrados os seus preceitos e técnicas sobre a arte de projetar livros. Edição bem ilustrada (p & b) com seus principais trabalhos. |
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Silveira, Paulo. A Página Violada - da ternura à injúria na construção do livro de artista. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2001.
O campo do livro de artista parece realmente se desenvolver pela expressão de sua referência, o próprio livro, com identidade distinta de outras categorias artísticas. O livro como é aqui considerado se presentifica tanto na forma códice, como nas formas de rolo e de sanfona, assim como em qualquer das suas variantes, incluindo a sua própria anulação ou destruição. Na construção dessa categoria, a página é alterada em grau crescente até a exasperação pelo dano, momento em que a violação aos arquétipos é consumada e no qual é caracterizado o abandono do livro gráfico tradicional. O momento mais agudo da página violada é o momento da divisão entre seus teóricos, dos que defendem ou não a manutenção do livro mesmo. |
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Wilson, Adrian. The Design of Books. S. Francisco: Chronicle Books, 1993. |
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Wollner, Alexandre. Textos recentes e escritos históricos. São Paulo: Edições Rosari, 2002. Coleção Textos Design. Reunião de textos do decano do design brasileiro, um dos fundadores da ESDI, que documentam décadas de design gráfico no Brasil. |
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Zaczek, Iain. William Morris. Introduction by Dr. Claire I. R. O'Mahony. Bath (U.K.): Parragon, 2001.
Lindo livrinho que descreve e ilustra vários trabalhos de Morris nas diversas áreas do design e da arte em que exerceu suas habilidades. Destaque para as páginas dedicadas às suas obras caligráficas e tipográficas, assim como à gravura e projeto gráfico. |
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Abreu, Regina. A Fabricação do Imortal - memória, história e estratégias de consagração no Brasil. Rio de Janeiro: Rocco, 1996.
O livro, com mais de 100 fotografias de objetos e cenas do início do século XX, focaliza a coleção do político republicano Miguel Calmon du Pin e Almeida, Ministro da Viação do Governo Afonso Pena. A Coleção reúne um conjunto completo de obras de arte, recolhida ao Museu Histórico Nacional em 1936, e revelou-se uma fonte para os estudos dos primeiros anos da República no Brasil — especialmente sobre as elites que transformaram a feição do país na virada do século, introduzindo hábitos e costumes europeus com a pretensão de fazer da capital federal uma "Paris dos trópicos". |
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Antunes, Cristina; Bruchard, Dorothée (org) Memórias de uma guardadora de livros - com Cristina Antunes. Entrevista a Cleber Teixeira e Dorothée de Bruchard. Prefácio de Ana Luiza Martins. Florianópolis: Escritório do Livro / SP: Imprensa Oficial, 2004. Col. Memória do Livro, 3.
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Barrière, Didier. Nodier, l'homme du livre - le rôle de la bibliophilie dans la littérature. Bassac: Plein Chant, 1989. Completíssimo e detalhado estudo sobre a vida, a obra e a influência de Charles Nodier, escritor e bibliófilo francês do século XIX. |
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Battles, Matthew. A Conturbada história das bibliotecas. Trad. de João Vergílio Gallerani Cuter São Paulo: Planeta, 2003. A história das bibliotecas tem pouca semelhança com a placidez de um salão de leitura. Envolve desfechos violentos e interrupções abruptas, espelho de momentos cruciais vivenciados pela humanidade. O leitor é convidado pelo autor, bibliotecário, a visitar diversas bibliotecas (da Babilônia, da Alexandria, a de Jonathan Swift, a do Congresso, a do gueto de Vilna) num relato fascinante que une informações técnicas e precisão histórica. |
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Bessone, Tânia Maria. Palácio dos Destinos Cruzados: bibliotecas, homens e livros no Rio de Janeiro - 1870-1920. RJ: Arquivo Nacional, 1999. Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa 1997
Eles eram loucos por livros. Alguns chegavam a gastar o que podiam e não podiam comprando as últimas novidades na Laemmert ou na Garnier, as principais livrarias de um Rio de Janeiro em que, na virada do séc. XIX, leitura era um prazer e, sobretudo, um privilégio de poucos. Esses leitores e bibliófilos de primeira hora é que fazem a História desta obra. Mergulhada por cinco anos em inventários, almanaques e cartas, a historiadora Tânia Bessone traça um painel fascinante do momento em que o livro passou a ocupar seu devido lugar na sociedade brasileira, num livro que é um discreto épico da construção da identidade intelectual do país a partir da formação de suas estantes. |
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Blasselle, Bruno & Melet-Sanson, Jacqueline. La Bibliothèque nationale de France - Mémoire de l'avenir. Paris: Gallimard, Découvertes, 1990. A história da Biblioteca Nacional francesa, desde suas origens (a biblioteca dos reis) até a recente inauguração da sede "François Mitterrand" e da biblioteca virtual Gallica. Lindamente ilustrada, narrada por seu conservador geral e uma de suas diretoras. |
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Bragança, Aníbal et alli. O Consumidor de livros de segunda mão. Perfil do cliente dos sebos. São Paulo: ECA / USP, 1992 (inédito em livro). |
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Bury, Richard de. Philobiblon. Tradução, apresentação e glossário de Marcello Rollemberg. São Paulo: Ateliê Editorial, 2005. Coleção Prazer do Livro, 1. Escrita em 1344 pelo reverendo Richard de Bury, ex-bispo de Durhan e chanceler do rei inglês Eduardo III, a obra fala sobre o cuidado a se tomar com os livros, com as leituras, sobre normatização de empréstimos em bibliotecas, etc. Um livro para amantes do livro. |
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Cabral, Maria Luísa. Bibliotecas, acesso, sempre. Lisboa: Edições Colibri, 1996. Profundamente envolvida com a automatização da Biblioteca Nacional e outras bibliotecas portuguesas, a autora reúne aqui uma série de artigos publicados na imprensa de Portugal sobre os problemas das bibliotecas e do acesso à informação. O prefácio é da brasileira Esther Caldas Guimarães Bertoletti, consultora em documentação da Fund. Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro. |
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Canfora, Luciano. A Biblioteca desaparecida - histórias da biblioteca de Alexandria. Tradução de Federico Carotti. SP: Companhia das Letras, 3a reimpr, 2001.
Ptolomeu Filadelfo quer reunir todos os livros do mundo; o califa Omar pretende queimá-los todos, salvo o Corão. Entre esses dois sonhos, nasceu e foi destruída a monumental biblioteca de Alexandria, cidade que por mais de mil anos serviu de capital cultural do Ocidente. |
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Coelho, Beatriz Amaral de Salles et al. Catálogo dos Periódicos da Coleção Plínio Doyle. RJ: Fund. Casa de Rui Barbosa, 2000. 2a ed. revista e ampliada. Aqui se encontram indexados 1.788 títulos de jornais e revistas, alguns constituindo dezenas de tomos, da Coleção Plínio Doyle, incorporada à Biblioteca da Casa de Rui Barbosa. Merecem destaque, por sua raridade: O Arlequim, O Bezouro, Dom Quixote, Minerva Brasiliense, Psit, Revista Ilustrada. Ordenados por ordem alfabética segundo grafia atualizada, os títulos são apresentados também na grafia original. Completam a publicação dois índices, um de local e outro dos diretores, colaboradores e redatores. |
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Delgado, Maria Cristina. Cartografia sentimental de sebos e livros. Belo Horizonte: Autêntica, 1999. Explorando o universo dos alfarrábios e assim contribuindo para o resgate da história dos sebos no Brasil, a obra revela a riqueza de práticas cotidianas desses espaços que guardam a história da circulação do livro e da leitura. Fazem-se aqui presentes, com suas surpreendentes histórias de paixão pelo livro raro e usado, os colecionadores, as viúvas, os ratos de bibliotecas, os ácaros e traças. |
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Doyle, Plínio. Uma Vida. RJ: Casa da Palavra / Fund. Casa de Rui Barbosa, 1999. Em conversas com Isabel Lustosa e Homero Senna (e a participação de Rachel Valença), Plínio Doyle conta, com mais de 90 anos de idade, suas memórias de bibliófilo, leitor, idealizador do Arquivo-Museu de Literatura Brasileira da Fundação Casa de Rui Barbosa, criador do Sabadoyle - reuniões semanais que se repetiram ao longo de 34 anos. O relato inclui histórias de sua biblioteca de 25 mil volumes. |
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Herkenhoff, Paulo. Biblioteca Nacional: a história de uma coleção. Rio de Janeiro: Salamandra, 1997. |
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Hue, Sheila Moura & Pinheiro, Ana Virginia (orgs). Catálogo dos Quinhentistas Portugueses na Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2004. 2a ed. |
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Lake, Carlton. Confessions of a Literary Archaeologist. NY: New directions, 1990.
Indicação de José Mindlin |
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Lucas, Clarinda Rodrigues. Leitura e interpretação em biblioteconomia. Campinas: Editora da Unicamp, 2000. Partindo da verificação do imaginário que cerca a figura do bibliotecário, a obra recupera o papel deste profissional na construção da memória, como representada nas bibliotecas, nos arquivos, procurando verificar o lugar do bibliotecário na divisão social do trabalho de leitura. |
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Milanesi, Luís. Biblioteca. São Paulo: Ateliê Editorial, 2002. Esse texto foi primeiramente editado em 1983 na famosa Coleção Primeiros Passos da Editora Brasiliense, com o título O que é Biblioteca? Menos de uma década depois de sua primeira edição, a obra consultada por todos os estudantes da área já se desatualizava com as rápidas mudanças ocorridas no final do século XX, quando afigurou-se um novo quadro para a coleta, organização e disseminação da informação. A maior transformação foi o surgimento da Internet e das tecnologias de acumulação e acesso à informação. Muitos até decretaram precipitadamente o fim das bibliotecas, mas os avanços tecnológicos só contribuíram para a expansão virtual de seu modelo formal. Indispensável para qualquer profissional em Biblioteconomia, a obra oferece uma visão particular de "o que será" a biblioteca. |
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Milanesi, Luís. A Casa da invenção. São Paulo: Ateliê Editorial, 4. ed, 2003. Com o advento das novidades tecnológicas do final do século XX as bibliotecas, para ocuparem um espaço maior na sociedade, deverão estender sua função para além do seu objetivo tradicional de "informar", já que isso será feito com mais eficiência pela internet. Elas deverão ter como desafio "discutir a informação" e "criar novas informações". |
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Mindlin, José. Memórias esparsas de uma biblioteca. Entrevista a Cleber Teixeira e Dorothée de Bruchard. Prefácio de Cleber Teixeira. Florianópolis: Escritório do Livro / SP: Imprensa Oficial, 2004. Col. Memória do Livro, 2.
Veja Mais |
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Mindlin, José. Uma Vida entre Livros - Reencontros com o Tempo São Paulo: Edusp / Companhia das Letras, 1997. |
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Não faço nada sem alegria - A Biblioteca indisciplinada de Guita e José Mindlin. São Paulo: Museu Lasar Segall, IPHAN, MinC, 1999. Catálogo da exposição realizada no Museu Lasar Segall, em São Paulo, de outubro a dezembro de 1999, apresenta obras selecionadas da biblioteca de Guita e José Mindlin. Textos de Carlos Wendel de Magalhães, Marcelo Mattos Araújo, Antonio Candido de Mello e Souza e José Mindlin. |
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José conta suas histórias. Bauru/SP: Edusc / São Paulo: Imprensa Oficial, 2000. Fac-símile de obra originalmente escrita e ilustrada por 16 crianças de 6 e 7 anos, da Escola Viva de SP, relatando a visita que fizeram à biblioteca de José Mindlin. |
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Moraes, Rubens Borba de. O Bibliófilo Aprendiz ou Prosa de um velho colecionador para ser lida por quem gosta de livros, mas pode também servir de pequeno guia aos que desejam formar uma coleção de obras raras antigas ou modernas Brasília: Briquet de Lemos / RJ: Casa da Palavra, 1998, 3. ed. |
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Moraes, Rubens Borba de. Livros e Bibliotecas no Brasil colonial. RJ |